DadosCast #32 – Desvendando a Maturidade Digital das empresas

📊🎙 No episódio #32 o assunto foi a maturidade digital, explorando suas vantagens e discutindo os diferentes níveis que as empresas podem alcançar.

A convidada do episódio foi Carla Gall, Head na unidade de negócios da TOPdesk, focada no segmento de saúde e educação.

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Os primeiros passos na transformação digital

Para as empresas que estão em um nível tradicional, lidar com sistemas legados e processos defasados, o primeiro passo é realizar um diagnóstico interno. Esse diagnóstico envolve não apenas avaliar a infraestrutura tecnológica, mas também compreender a cultura organizacional, as práticas de gestão e a disposição do time para a mudança.

O engajamento dos colaboradores é fundamental nesse momento. A transformação digital não é apenas uma mudança tecnológica, mas também uma mudança cultural. É necessário comunicar de maneira clara os motivos dessa transformação, os benefícios esperados e envolver as equipes desde o início do processo. Além disso, a liderança deve estar alinhada e comprometida com a mudança, servindo de exemplo para os demais colaboradores.

O teste de maturidade digital, como mencionado, é uma ferramenta valiosa nesse contexto. Ele permite que a empresa avalie seu atual estágio de evolução digital e receba insights personalizados sobre como avançar. A partir desse diagnóstico, é possível definir um plano de ação, priorizando as áreas que demandam mais atenção e investimento.

Outro ponto importante é entender que a transformação digital não se resume apenas à adoção de novas tecnologias. É preciso repensar e otimizar os processos internos, buscando eficiência e agilidade. Muitas vezes, antes de investir em novas ferramentas, é necessário revisar e aprimorar os processos existentes.

A questão do planejamento estratégico também é crucial. A empresa deve ter clareza sobre seus objetivos de negócio e como a transformação digital pode contribuir para alcançá-los. Isso evita decisões precipitadas baseadas apenas em modismos tecnológicos e direciona os investimentos para áreas que realmente impactarão positivamente a performance da empresa.

Desmistificando a maturidade digital

Você já viveu a experiência de dar um passo para trás em um projeto que não deu certo? Carla Gall compartilhou essa vivência e destacou a importância estratégica de aprender com os erros, evitando que o tabu se duplique e triplique, tornando-se um obstáculo ainda maior para a introdução de novas tecnologias. Hoje, com a velocidade dos avanços tecnológicos, é crucial pensar duas vezes antes de agir, considerando a margem de erro.

No universo da Inteligência Artificial (IA), Carla observou um tabu anteriormente, onde muitos não acreditavam na viabilidade da IA. No entanto, o GPT quebrou essas barreiras em questão de meses, revolucionando o cenário. Empresas agora estão adquirindo o chat GPT para uso interno, investindo fortemente em machine learning, uma tecnologia que veio para ficar.

Carla ressalta a necessidade de avaliar o retorno do investimento ao implementar novas tecnologias. Não adianta abraçar inovações sem maturidade, pois o retorno pode demorar. Essa reflexão é crucial, especialmente para empresas emergentes que estão deixando a reatividade para trás.

As empresas emergentes já superaram a inércia inicial, reconhecendo suas dores e buscando equilibrar tecnologia, conscientização e cultura. No entanto, muitas ainda estão dependentes de processos centralizados, impedindo a abertura para automação total. O desafio é avançar para o próximo nível, abandonando a reatividade.

Empresas mais avançadas, em um estágio competitivo, implementam soluções avançadas e começam a pensar em analytics e business intelligence. No entanto, surge a preocupação em entender o mercado e aonde ir no futuro. O desafio agora é sair do tradicional e enfrentar a incerteza ao adotar novas tecnologias e estratégias inovadoras.

O cenário competitivo exige que as empresas olhem para fora, quantificando e qualificando interações. A cultura data-driven se torna crucial para coletar insights valiosos. Nesse estágio, o equilíbrio entre a tecnologia e o lado humano é fundamental para o sucesso.

No entanto, há uma ressalva polêmica: mapear a maturidade de uma empresa de fora é difícil, pois a percepção interna difere. Empresas aparentemente maduras podem estar no estágio emergente, enquanto outras, mais discretas, podem ser altamente competitivas.

A tecnologia pode ser uma barreira?

A tecnologia trouxe consigo a promessa de quebrar barreiras, facilitando a comunicação e otimizando operações. No entanto, é vital compreender que, se mal utilizada, ela pode se tornar uma barreira adicional entre a empresa e seus clientes. Essa reflexão se torna crucial quando consideramos a necessidade de equilibrar a eficiência operacional proporcionada pela tecnologia com a manutenção de uma interação humana valiosa.

Muitas empresas têm buscado a automação para aprimorar seus processos, mas é preciso cautela. A eficiência não pode vir acompanhada da perda da conexão com o cliente. Afinal, um cliente satisfeito não é apenas aquele que recebe um serviço eficiente, mas também aquele que se sente ouvido e compreendido em suas necessidades.

Ao discutir a maturidade tecnológica das empresas, surge um ponto interessante: o equilíbrio entre a inovação e a estagnação. Empresas maduras têm o desafio de manter um nível elevado de eficiência sem cair na armadilha de buscar inovações disruptivas desnecessárias. É nesse momento que a resistência interna e a dificuldade de abandonar sistemas legados entram em cena.

A resistência interna, muitas vezes proveniente da falta de compreensão sobre os benefícios da transformação digital, pode ser superada com uma comunicação clara e transparente. É crucial envolver as equipes no processo, explicar os motivos por trás das mudanças e demonstrar como a tecnologia contribuirá para o alcance dos objetivos da empresa.

Já a questão dos sistemas legados é um desafio técnico e estratégico. A dificuldade em abandonar ferramentas antigas está associada à complexidade da transição, ao receio de perda de dados históricos e ao medo de comprometer a operação. Aqui, a escolha de soluções confiáveis e o planejamento cuidadoso são fundamentais para garantir uma transição suave.

Empresas que estão em estágios avançados de maturidade tecnológica muitas vezes possuem equipes internas dedicadas a testar novas tecnologias com risco mínimo. Essa abordagem permite a experimentação sem prejudicar a operação principal. Contudo, é importante lembrar que a inovação não deve ser buscada por buscar; deve estar alinhada aos objetivos estratégicos da empresa.

Observando gigantes da tecnologia, como Facebook e Google, percebemos que a inovação muitas vezes vem da capacidade de aprender com o mercado, adquirir empresas menores e integrar novos conhecimentos. Empresas maduras, ao chegarem a um nível consolidado, têm o papel de serem pioneiras e apontarem o caminho para o futuro.

No entanto, é essencial manter um olhar crítico sobre as promessas de inovação, evitando cair em expectativas infundadas. Nem toda mudança trará resultados revolucionários, e a busca por soluções disruptivas deve ser equilibrada com uma avaliação realista dos impactos.

Data Warehouse: a estratégia para desafios na troca de sistemas

A troca de sistemas frequentemente resulta em desafios, como a duplicidade de dados. O Data Warehouse surge como a solução ideal para armazenar dados em massa, independentemente do sistema em uso. Essa abordagem garante a preservação do histórico, mesmo em situações extremas, como falhas em bancos de dados ou eventos catastróficos.

Além disso, essa estratégia proporciona segurança na nuvem, eliminando riscos de perda de dados, lentidão ou consequências negativas. O armazenamento centralizado no Data Warehouse permite que as empresas enfrentem desafios de forma proativa, evitando incidentes que poderiam impactar diretamente os negócios.

A integração de sistemas, como Business Intelligence (BI), no banco de produção pode resultar em problemas significativos. O Data Warehouse atua como salvaguarda, permitindo uma transição gradual e planejada, evitando impactos negativos na operação diária.

A experiência do usuário é aprimorada, como demonstrado por exemplos de empresas do setor de academias. A tecnologia foi incorporada para entender o uso de equipamentos, otimizando o atendimento aos alunos. O uso de dispositivos, como botões nos aparelhos, e a integração de sistemas de alerta contribuem para uma interação mais eficiente e proativa.

Tendências futuras e desafios da transformação digital

Olhando para o futuro, identificamos tendências emergentes que moldarão a transformação digital nos próximos anos. A Internet das Coisas (IoT) é destacada como uma tecnologia que será amplamente adotada e popularizada. A conectividade crescente entre dispositivos e a integração com assistentes virtuais, como a Alexa, indicam um avanço significativo nesse sentido.

A criatividade também é ressaltada como um elemento crucial na transformação digital. Exemplos de inovações, como a interação por voz com a Alexa, demonstram como soluções criativas podem impactar positivamente a experiência do usuário. A adaptação e aceitação dessas inovações dependem não apenas da tecnologia, mas também da educação e da capacidade de lidar com mudanças.

Equilibrando tecnologia e humanização

Em meio a todas as inovações tecnológicas, é fundamental manter um equilíbrio entre a automação e a humanidade. A experiência do usuário, a criatividade e a adaptação gradual são elementos essenciais para o sucesso na transformação digital. Ao abraçar a transformação digital de forma consciente e estratégica, as empresas podem enfrentar os desafios do futuro com confiança e inovação.

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